Você já mediu sua pressão arterial esse ano?
prevenção é o primeiro passo na busca da qualidade de vida.

A avaliação regular ajuda a identificar o problema no início, facilitando o tratamento. Por isso, todas as pessoas devem medir a pressão arterial pelo menos uma vez por ano.

E esse é o nosso desafio de hoje:medir a sua pressão arterial. 
Se você não tem um medidor em casa, vá até uma farmácia. É rapidinho e não dói nada! ;)


10 maneiras de prevenir e controlar a hipertensão

Novos dados indicam que a doença atinge 23,3% dos brasileiros


POR MINHA VIDA - PUBLICADO EM 26/04/2010
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Segundo o Ministério da Saúde, quase um quarto da população brasileira sofre com a doença crônica (23,3%). Esse dado diminuiu em relação ao ano passado (24,4%), mais ainda representa um aumento se comparado aos últimos cinco anos, já que em 2006 a proporção era de 21,6%.

A pesquisa, feita com 54.339 adultos, faz parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e revela que o diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres - 25,5% - do que em homens - 20,7%. A prevalência da doença também aumenta com a idade, afetando mais de 50% das pessoas com 55 anos ou mais.

A hipertensão, conhecida como pressão alta, é uma doença crônica que não tem cura, mas pode ser controlada. "Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. Além disso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal", explica o cardiologista Enéas Rocco. Essa doença pode desencadear males que envolvem o sistema circulatório, desde um infarto até um derrame cerebral. Entretanto, há hábitos de vida que implicam em pequenas mudanças que estão totalmente ao alcance e podem blindar seu organismo. Confira 10 dicas para afastar essa doença silenciosa.
  • Pressão arterial - Foto: Getty Images
  • Pressão arterial - Foto: Getty Images
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Pressão arterial - Foto: Getty Images
Um hábito prático e saudável: para afastar o perigo da hipertensão, aposte nas caminhadas. Uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas 24 horas subsequentes. Atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral.
Pressão arterial - Foto: Getty Images
Reduza (não elimine) o sal: o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva. Além disso, hoje existe uma boa substituição: o sal diet pode ser útil na dieta do hipertenso, substituindo parte do cloreto de sódio pelo cloreto de potássio - e nisso, ele é duplamente benéfico, por reduzir o sódio e por adicionar potássio, sendo esse último um elemento muito importante na prevenção e no tratamento da hipertensão arterial. Além dos cuidados em relação ao consumo de sal, quem já apresenta a hipertensão deve seguir uma dieta balanceada, privilegiando frutas e verduras, carne magra, laticínios desnatados, grãos e cereais.
Pressão arterial - Foto: Getty Images
Perdendo medidas: pesquisadores do Instituto de Nutrição da UFRJ descobriram que um mal, muitas vezes esquecido, tem grande influência na hipertensão: o acúmulo de gordura na cintura. O indicador é sinal de alerta quando as medidas ultrapassam 102cm para os homens e 88cm nas mulheres, pois essa gordura abdominal duplica as chances de hipertensão, infarto e diabetes. Para reduzir os alimentos gordurosos na alimentação vale incluir frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros como filé mignon e músculo.
Pressão arterial - Foto: Getty Images
Beba com moderação: a redução da ingestão de álcool também auxilia o controle da pressão arterial, porém não é necessária a abstinência. Para não passar da conta, a recomendação é a seguinte: a ingestão de bebida alcoólica deve ser limitada a 30g álcool/dia contidas em 600 ml de cerveja (5% de álcool) ou 250 ml de vinho (12% de álcool) ou 60ml de destilados (whisky, vodka, aguardente com 50% de álcool). Este limite deve ser reduzido à metade para homens de baixo peso, mulheres e indivíduos com sobrepeso e/ou triglicérides elevados.
Pressão arterial - Foto: Getty Images
Apague o cigarro: o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente, além de comprometer toda a sua saúde a longo prazo. "Parar de fumar é fundamental", alerta o professor de Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa. Isso ocorre porque a nicotina do cigarro aumenta a pressão arterial - o que não significa que fumar cigarros com baixos teores de nicotina diminua consideravelmente o risco de doenças cardíacas.
Pressão arterial - Foto: Getty Images
Conte até dez: o estresse aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, desencadeando a hipertensão e doenças do coração. Uma das doenças relacionadas à estafa, ou seja, a doença mais conhecida como fadiga, que causa dores musculares e cansaço físico ocasionados principalmente pela combinação entre desgaste excessivo (sem respeitar um tempo de descanso e recuperação) e pela má alimentação. Nestes casos, o tratamento é uma mudança radical na rotina e na alimentação. As dicas dos especialistas são controlar s emoções e procurar incluir atividades relaxantes na sua rotina.
Pressão arterial - Foto: Getty Images
Vitamina D sempre: um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, revelou que 20% dos casos de hipertensão em mulheres estão associados ao descontrole dos níveis da pressão arterial em decorrência da falta de vitamina D no organismo. A vitamina D pode ser encontrada em alimentos como a manteiga, gema de ovo, fígado, entre outros, mas sua principal fonte de absorção é a luz solar. Com a falta da vitamina, o organismo feminino faz um esforço três vezes maior para manter seu equilíbrio circulatório e acaba sobrecarregando algumas funções como a irrigação das artérias, o que gera um aumento na pressão e desconfortos, como tontura e transpiração excessiva.
Pressão arterial - Foto: Getty Images
Monitore seu coração: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz. No mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem medir a pressão arterial. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios. Quem já possui a doença deve ir medi-la a cada mês e ir ao médico a cada seis meses para verificar a medicação que está tomando.
Pressão arterial - Foto: Getty Images
Benefícios adicionais do sexo: um estudo realizado pela Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, sugere que fazer sexo com certa frequência diminui os riscos de infarto fatal. A pesquisa contou com a colaboração de três mil homens de 45 a 59 anos de idade. De acordo com os cientistas, os homens que afirmaram ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual ficaram mais expostos ao risco de morte súbita. Eles descobriram que mesmo que a pressão arterial suba durante as atividades sexuais, a pressão subsequente é reduzida, mantendo uma relação de saúde para o organismo, afastando o risco de infartos.
Pressão arterial - Foto: Getty Images
Tire as crianças da frente de TV: crianças que passam muito tempo em frente à televisão têm mais chances de apresentar elevação da pressão arterial independentemente do seu nível de gordura corporal ou peso, de acordo com um estudo publicado na revista científica Archives of Pediatric and Adolescent Medicine. A pesquisa analisou a relação entre a pressão arterial das crianças e sua escolha de passatempos passivos, como assistir à TV, usar o computador e ler. De acordo com os pesquisadores, ver TV é mais nocivo do que jogar vídeo-game, por exemplo, porque a ação de jogar demanda o mínimo de movimentos da criança. Enquanto a TV, além de estimular o comportamento passivo, normalmente vem associada ao consumo de guloseimas, como salgadinhos e biscoitos, cheios de sal e gordura, que também contribuem para o aumento da pressão.




Você sabe quais alimentos ajudam a baixar a pressão alta?
Todos sabemos que tirar o sal da mesa é um dos primeiros passos para controlar a hipertensão. 

O que nem todos sabem é que os níveis desse nutriente no organismo dependem de outro elemento: o potássio. 

Uma dieta rica em potássio leva a uma maior eliminação de sódio, o que pode ajudar a combater a pressão alta. 

Por isso, o desafio de hoje é consumir um desses alimentos:

Oito alimentos que ajudam a baixar a pressão alta

Eles são ricos em potássio, nutriente que elimina o excesso de sódio no organismo

POR LAURA TAVARES - PUBLICADO EM 18/03/2013
A relação entre sódio e pressão alta não é novidade. Quem sofre da doença, que atinge cerca de 35% dos brasileiros com mais de 40 anos, segundo o Ministério da Saúde, sabe que tirar o salda mesa é um dos primeiros passos para controlar a hipertensão. O que nem todo mundo sabe é que os níveis desse nutriente no organismo dependem de outro elemento: o potássio. "A dupla sódio e potássio geram o que nós chamamos de equilíbrio hídrico do corpo, sendo o potássio um bom diurético e o sódio um bom retentor de líquidos", explica a nutricionista Roseli Rossi, especialista em Nutrição Clínica Funcional, da clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo.

Uma dieta rica em potássio, portanto, leva a uma maior eliminação de sódio, o que pode ajudar a combater a pressão alta. Interessou? Então veja quais alimentos são boas fontes desse mineral:

  • Salmão grelhado - Foto Getty Images
  • Abacate - Foto Getty Images
  • Espinafre cozido - Foto Getty Images
  • Batata assada - Foto Getty Images
  • Banana - Foto Getty Images
  • Feijão preto cozido - Foto Getty Images
  • Molho de tomate - Foto Getty Images
  • Mamão papaia - Foto Getty Images
 
 
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Salmão grelhado - Foto Getty Images

Salmão grelhado

"Tanto o salmão quanto alguns mariscos são ótimas fontes de potássio", afirma a nutricionista Maria Fernanda Cortez, da clínica Nutri & Consult, em São Paulo. Um pedaço de 100 g do peixe grelhado oferece 628 mg de potássio. A profissional recomenda consumi-lo grelhado ou no forno para não elevar demais seu valor calórico. Ela destaca ainda que o alimento é rico em ácidos graxos ômega 3, anti-inflamatório que ajuda a regular os níveis de colesterol sanguíneo, evitando também doenças cardiovasculares.
Abacate - Foto Getty Images


Abacate

Apesar de ser extremamente calórico, oferecendo 160 calorias a cada 100 g, o abacate é uma fruta extremamente rica em nutrientes, como as vitaminas A e E, que atuam como antioxidantes no organismo. "Além disso, a fruta contém betassitosterol, substância anti-inflamatória que ajuda a diminuir os níveis de colesterol  ruim (LDL) no sangue", afirma a nutricionista Roseli. Quando o assunto é potássio, por sua vez, a fruta ganha ainda maior destaque. Cada 100 g da fruta contém 485 mg do mineral. O alimento pode ser consumido puro, em saladas ou em uma elaborada guacamole.
Espinafre cozido - Foto Getty Images

Espinafre cozido

Para obter potássio sem se preocupar com as calorias, o jeito é optar por folhas verdes. Dentre elas, a que ganha maior destaque pela abundância do mineral é o espinafre. Em uma porção de 100 g, você consome 466 mg de potássio. O alimento ainda é rico em ferro, mas lembre-se de que para conseguir absorver esse nutriente é necessário ingeri-lo com alguma fonte de vitamina C, como a laranja. "Consumir espinafre também ajuda a prevenir alguns tipos de câncer e doenças oculares, graças ao carotenoide luteína nele presente", complementa a nutricionista Roseli.
Batata assada - Foto Getty Images

Batata assada

Apenas 100 g de batata oferece 391 mg de potássio, fazendo com que este alimento seja um bom aliado de quem sofre de hipertensão. A batata também ganha destaque por ser uma ótima fonte de carboidratos e não conter muitagordura. O alimento ainda contém vitaminas do complexo B e vitamina C.
Banana - Foto Getty Images

Banana

Embora não seja a principal fonte de potássio, a banana é o alimento mais lembrado quando se fala no nutriente. Em 100 g da fruta, é possível obter 358 mg de potássio. Já a ideia de que a fruta previne cãibras não passa de mito. Beber água e repor o sódio perdido durante a prática de atividade física é o que é, de fato, eficaz para evitar o incômodo. Por fim, a banana ainda funciona como um calmante, relaxando músculos estressados e promovendo a liberação de hormônios que geram a sensação de bem-estar, aponta a nutricionista Roseli.
Feijão preto cozido - Foto Getty Images

Feijão preto cozido

Se você precisa consumir mais potássio, talvez seja uma boa ideia optar pelo feijão preto. Uma porção de 100 g da semente oferece 355 mg de potássio. Seu consumo também fornece boas quantidades de ferro, fibras, fósforo e cálcio. Combinado com o arroz, então, o prato aumenta ainda mais seu valor nutritivo. Os aminoácidos - compostos que formam as proteínas - que faltam em um podem ser encontrados no outro.
Molho de tomate - Foto Getty Images

Molho de tomate

molho de tomate não só vai bem em massas como também é uma boa fonte de potássio. Uma latinha com 100 g oferece 331 mg do mineral. "Se possível, prepare você mesmo o molho, pois os industrializados são riquíssimos em açúcar, sódio conservantes e aromatizantes", recomenda a nutricionista Maria Fernanda. O molho de tomate também oferece boa quantidade de um fitoquímico chamado licopeno, que ajuda na prevenção de alguns tipos de câncer, graças ao seu poder antioxidante.
Mamão papaia - Foto Getty Images

Mamão papaia

"O mamão também pode ser uma opção para o consumo de potássio", aponta a nutricionista Maria Fernanda. Um pedaço de 100 g oferece 257 mg do nutriente. A melhor forma de consumi-lo é cru no café da manhã e, se possível, acompanhado de aveia ou sementes de linhaça e chia. O mamão é rico em licopeno, vitamina C e possui uma enzima chamada papaína que auxilia na digestão.




10.000 VISITAS

Prezados amigos e amigas,

Quero agradecer a todos, estamos fazendo quatro meses do lançamento do blog DICAS PARA CURA, com um número expressivo de visitas ao blog, transformando em números temos que, foram postados 356 DICAS PARA CURA, com mais de 10.000 acessos, tendo assim uma média de mais de 80 visitas diárias.



Agradeço a todos vocês que acessaram e leram as matérias lá postadas, e agradeço principalmente  DEUS por dar-me forças para fazer pesquisas e posta-las. Obrigado meu DEUS!



Agradecidamente
Carlos Alberto Ayc Campelo
carloscampelo55@gmail.com 






Remédio que ajudou a curar câncer de Dilma é vetado em parecer de comissão do SUS!


Rituximabe, medicamento usado para tratamento de linfoma não Hodgkin, não ganhou aprovação para combater versão folicular da doença


RIO- Um remédio usado pela presidente Dilma Rousseff para o tratamento do câncer no sistema linfático que teve em 2009, o rituximabe, foi vetado em caráter preliminar pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para ser prescrito a pacientes da rede pública. O documento, da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do SUS (Conitec), esteve até esta segunda-feira em consulta pública e causou protestos de médicos e da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale). Já na rede privada, o mesmo medicamento tem licença da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para ser receitado desde 1998.

Dilma foi curada de um linfoma não Hodgkin de grandes células B. Para este tipo de linfoma — um entre os 20 tipos existentes e que acomete 30% dos pacientes com a doença — o SUS já aprovou o uso do rituximabe. Mas para o linfoma não Hodgkin folicular, responsável por outros 20% dos casos, o parecer prévio da Conitec informou que não foram encontradas evidências que justificassem o uso do remédio. Em média, o tratamento completo com o medicamento custa cerca de R$ 50 mil, de acordo com a Abrale.

A Conitec fez o parecer usando informações da Roche, farmacêutica que fabrica o remédio e pediu à comissão a licença para fornecer o remédio à rede do SUS.
Agora, terminado o prazo para consulta pública, a comissão do SUS terá que divulgar se mudou de ideia ou manterá o medicamento fora da lista fornecida pela rede pública. De acordo com o Ministério da Saúde, o parecer final deverá ser anunciado entre os meses de maio e junho.

— A comunidade médica internacional inteira recomenda o uso deste medicamento para o tratamento da doença. É como prescrever penicilina para tratar pneumonia. Não foi usado um critério médico, mas sim econômico para vetar o uso do rituximabe — afirma o oncologista Daniel Tabak, ex-diretor do Instituto Nacional do Câncer.

Diretor da Sociedade Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia celular, Carlos Sérgio Chiattone demonstrou perplexidade com o parecer técnico da Cointec. O hematologista diz que o documento distorce estudos científicos que comprovam o efeito do remédio no tratamento do linfoma folicular, associado à quimioterapia:

— É de absoluto conhecimento da comunidade científica no mundo desenvolvido da prescrição da imunoterapia (classe de medicamento à qual pertence o rituximabe) para o linfoma não Hodgkin folicular. Até os planos privados, que costumam ser altamente restritivos com custos, aceitam o tratamento.

Chiattone diz que a Conitec conseguiu ir na contramão inclusive do que prescreve a Rede Nacional de Compreensão sobre o Câncer, dos EUA (NCCN, na sigla em inglês), entidade que usa informações das 23 principais instituições de estudo de câncer do mundo.

— É razoável que o governo diga eventualmente que não tem dinheiro para determinado remédio e prefira usar o recurso para outro fim, mas com argumentos honestos. Nestes termos que a Cointec usou, é inaceitável.

No Brasil, o linfoma não Hodgkin é diagnosticado em cerca de 10 mil pessoas por ano e 3.500 pessoas, em média morrem da doença no mesmo período.

— Toda semana, entre 10 e 15 pacientes entram em contato conosco com dificuldades em obter o remédio. Acabam entrando na Justiça para consegui-lo, o que acaba sendo mais oneroso para o governo. 

É uma tristeza ver um paciente ter que vencer a burocracia para ter garantido um direito constitucional — disse Mérula Steagall, presidente da Abrale — que submeteu à comissão do SUS uma lista mais de 61 mil assinaturas colhidas na internet contra o parecer.
Fonte: ABRALE

 


Cistite: as mulheres devem dar mais atenção à sua higiene íntima!

A cistite é uma doença inflamatória que se desenvolve na bexiga e uretra e a maioria das vítimas são mulheres, que estão mais sujeitas devido a proximidade entre a vagina e anus e também ao fato de a uretra ser bem mais curta que a do homem.


A maior incidência de cistite se dá por bactérias habitantes do intestino humano, que por sua vez, lá no seu habitat natural, não causam nenhum dano. Daí um forte motivo para que a mulher, dê atenção especial à sua higiene íntima principalmente após ir ao banheiro.

Outros possíveis fatores que podem desencadear a cistite na mulher são tumores na bexiga, pedras nos rins, em alguns casos, relações sexuais muito frequentes podem também contribuir, devido à sensibilidade da uretra ser afetada.

Já para o homem, é mais rara a manifestação da cistite e quando acontece, quase sempre tem ligação com problemas de próstata, pois o principal fator de risco é o aumento de tamanho da mesma, provocado por algum distúrbio mais sério.




Sintomas comuns da cistite na mulher:


- Dor e ardência ao urinar
- Dor lombar e na parte inferior do abdome
- Sensação de bexiga sempre cheia, mesmo que tenha acabado de urinar
- Vontade de urinar com muita frequência e com pouco fluxo de urina
- Às vezes a urina sai misturada a sangue

Sangue misturado na urina dos homens não significa precisamente que é cistite e merece atenção especial.

Medidas que ajudam a mulher se prevenir contra a cistite:

- Faça sempre uma higiene correta após usar o banheiro, usando sempre o papel higiênico da frente para traz ou lavar com água e sabão
- Tome muito líquido diariamente
- Evite deixar a bexiga cheia por muito tempo, não segurando a urina quando sentir necessidade de urinar
- Evite roupas muito apertadas, principalmente peças intima ou calcas compridas.



È importante procurar um médico, assim que aparecer os primeiros sintomas, pois a cistite às vezes pode ser apenas um alerta de algum problema mais sério. O médico fará o diagnóstico após exames e indicará o tratamento mais adequado.

Geralmente o tratamento em casos de cistite é simples, feito à base de antibióticos com excelentes resultados.
Graça Campos



Pequenos cuidados podem manter suas unhas saudáveis e bonitas!


Você vai à manicure toda semana para ficar sempre com as mãos e os pés lindos? No entanto, será que esse cuidado basta para deixá-las saudáveis? De acordo com dermatologistas, é necessário também ficar atenta se as unhas estão fortes, sem manchas, descolamentos ou deformações, que podem ser indícios de doenças.

Saiba que pequenos cuidados podem manter suas unhas saudáveis e bonitas. Um requisito básico é poupar a sua cutícula, já que retirar a cutícula em demasia, significa abrir as portas para a entrada de bactérias e fungos, causadores de micoses e inflamações



Confira os maiores indícios de problemas, para você manter as suas mãos e sua saúde em dia.


unhas saudáveis

Fungos e micoses


São mais comuns nos pés e podem ser adquiridos em praias ou piscinas ou ainda por produtos de manicure não esterilizados. As unham ficam grossas, acabam se soltando e perdem o brilho. O tratamento é longo e deve ser recomendado por um profissional, como um dermatologista.

Unha encravada


Um corte errado da unha e a utilização de sapatos apertados ocasiona infecção e dor, que pode ser tratada com antibióticos e anti-inflamatórios.

Manchas de sangue


Aparecem com o uso de certos remédios ou depois de pequenos traumas, que rompem vasinhos que ficam embaixo da unha.

Infecção bacteriana


Ocorre por causa do uso de produtos de limpeza, como água sanitária e desinfetante e ainda por instrumentos de manicure não esterilizados e os principais sintomas são vermelhidão, inchaço e deformação da unha.



Layal Antanios





Síndrome do casal perfeito causa ansiedade!


"...e foram felizes para sempre". O casal perfeito que ao se unir vive como em um comercial de margarina é, certamente, o objetivo da maioria das pessoas, mas será que essa meta é possível de ser alcançada? A Síndrome do Casal Perfeito causa ansiedade pois faz com que a expectativa seja de um relacionamento onde não existam discussões, desentendimento e brigas. Os conflitos são extremamente necessários para que o casal amadureça e contribuem para a renovação do relacionamento.
Síndrome do casal perfeito causa ansiedade

Os conflitos são parte essencial da vida de um casal e as diferenças entre marido e mulher não precisam ser vistas como inimigas da relação. É possível aprender com as divergência e, principalmente, compreender que uma opinião diferente da nossa não significa a impossibilidade de convívio.Todas as vezes em que um atrito é iniciado, a maneira mais eficiente de resolver o problema é parar e tentar escutar as queixas do outro e verificar quais são as responsabilidades de cada um dentro da questão.


As brigas e conflitos do casal perfeito



Ao entrar em um relacionamento as pessoas acreditam que tudo será maravilhoso e quando o casal começa a ter muitos pontos de visão contrários pode gerar uma certa frustração ou até mesmo ansiedade. A mulher, principalmente, pode sofrer com a autocobrança e se martirizar por achar que não está desempenhando de maneira eficaz seu papel de esposa. Nesses casos, a relação tende a piorar, pois ao invés de crescer com os problemas, a pessoa vai se sentir diminuída e terá a autoestima abalada.


A melhor dica para um 
relacionamento saudável é aceitar o outro com todas as qualidades e defeitos e saber que brigas e conflitos não significam desamor. Busca, claro, minimizar as brigas e diminuir as discussões desnecessárias, mas tenha em mente que a cada momento desagradável que passam é uma oportunidade para que se unam ainda mais e para que a relação saía fortalecida.Tire proveito das crises para criar um elo de amizade e compreensão entre vocês.
Letícia Murta