A Rede Globo enviou um e-mail em resposta a um que enviei a meses atrás, então adequei o mesmo e reenviei para eles, sobre a reportagem da proteína desenvolvida pelo INSTITUTO BUTANTÃ, desenvolvido da saliva do carrapato estrela.
Transcrevo o texto que enviei ao JORNAL NACIONAL, vamos ficar na expectativa de uma resposta da emissora.
Esta reportagem foi apresentada pelo Jornal Nacional em outubro de 2012,
conforme o vídeo da reportagem, acessando o link abaixo:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Q4T05aeGJtg
E por ser portador de câncer no pâncreas, diagnosticado pelos médicos
como sem cura, em abril\2012, quando sofri uma cirurgia a qual foi um insucesso,
pois não houve como retirar o pâncreas e após 7 horas na sala cirúrgica, os
médicos resolveram parar com a mesma, pois meu quadro clinico estava
apresentando muito fraco e eu não teria como resistir. Como já fazia 6 meses do
meu diagnóstico fiquei entusiasmado e entrei em contato via e-mail com a Dra.
Ana a qual me pediu paciência e esperar que a ANVISA autoriza-se a patente por
algum laboratório, pois o Instituto Butantan não tem autorização para patentear
nenhum medicamento.
Posteriormente recebi uma cópia
de uma reportagem postada por outro meio de noticias com o seguinte teor:
Coordenada pela farmacêutica Ana
Marisa Chudzinski-Tavassi, a pesquisa começou em 2003 e está perto de entrar em
fase de testes pré-clínicos para comprovar a eficácia e segurança farmacológica
do experimento. “A saliva do carrapato possui propriedades tóxicas para células
tumorais, sem oferecer risco para as células saudáveis”, explica a
pesquisadora.
A patente licenciada pela União
Química Indústria Farmacêutica, que financiou o estudo, já foi registrada no
Instituto de Propriedade Industrial (INPI). O estudo também está protegido pelo
Patent Cooperation Teaty (PCT) e o medicamento deve ser produzido aqui mesmo no
Brasil. Segundo o instituto, a pesquisa já apresentou bons resultados em câncer
de pâncreas. Agora falta o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)
para a definição sobre os próximos passos.
A reportagem apresentada pelo Jornal Nacional, em outubro de 2012, o
qual o teor abaixo transcrevo e tenho a certeza de que com o prestigio e
responsabilidade que tem essa emissora, poderá como sugestão de uma nova
reportagem, pois o prazo solicitado e que tivesses sido patenteado o
medicamento, poderia o Instituto Butantan, dar inicio em testes humanos, no
qual a Dra. Ana me respondeu, colocando que todos que estão entrando em contato
com eles, estão sendo arquivados os nomes e contatos, para quando forem
liberados os testes, vierem ser chamados.
Meu grande receio é de que não
alcance o meu tempo de conseguir ser aceito como SUJEITO DE PESQUISA e receber
a proteína nos testes em humanos, pois atualmente estou recebendo um tratamento
paliativo de quimioterapia, considerado sem cura, estou tomando diariamente 720
ml de morfina, um adesivo que tem validade de 3 dias, a base de morfina também
e após as duas sessões de quimioterapia por mês, após os cinco dias
subsequentes, tenho que tomar 10 tipos de medicamentos. Imaginem o custo
financeiro, além de que fui aposentado com um valor bem abaixo do que recebia
por sorte minha esposa trabalha como professora de língua espanhola em uma
universidade e em dois colégios particulares, mas os salários todos juntos mal
dá para sobreviver. Eu tenho 57 anos, duas filhas uma de 25 anos e outra de 15
anos.
Bem, a reportagem apresentada por vocês é este teor abaixo.
A partir da glândula que produz a saliva, cientistas desenvolveram em
laboratório uma proteína que mata células cancerígenas. Se tratamento for
considerado seguro, testes em humanos serão liberados.
Pesquisadores do Instituto Butantan em São Paulo apresentaram um
ajudante no combate a alguns tipos de câncer, o carrapato.
Engordados no laboratório e colados na mesa. É assim que os carrapatos
produzem saliva para os pesquisadores. O bicho que se alimenta de sangue e pode
transmitir doenças graves é estudado no mundo inteiro porque a saliva dele não
deixa o sangue coagular.
No Instituto Butantan, os cientistas fizeram uma nova descoberta. A
partir da glândula que produz a saliva, eles desenvolveram em laboratório a
Amblyomin-X, uma proteína que mata células cancerígenas.
Os testes foram feitos em dois grupos de camundongos com melanoma, o
tipo mais grave de câncer de pele. Os que não foram tratados morreram em um
mês. No grupo que recebeu a proteína durante 42 dias, o melanoma desapareceu.
Em outro teste, depois de 15 dias, os tumores se espalharam pelo pulmão
do animal que não recebeu o tratamento e praticamente não atingiram o pulmão do
que foi tratado.
A proteína só mata as células doentes.
“Quando nós fazemos tratamentos, ou regride a massa tumoral ou cura o
animal. Além disso, todo o resto do organismo normal se mantém preservado e o
animal fica saudável”, aponta a pesquisadora do Instituto Butantan Ana Marisa
Chudzinski.
Uma nova etapa da pesquisa vai começar agora. Por determinação da
Agência Nacional de Vigilância Sanitária, os pesquisadores vão fazer mais uma
rodada de testes em animais, seguindo padrões internacionais, para avaliar, por
exemplo, a dose ideal para o tratamento. Essa nova fase deve durar um ano. Se o
tratamento for considerado seguro, os testes em humanos serão liberados.
Os pesquisadores estão otimistas porque testes de laboratório em células
humanas com tumores de mama, pele e pâncreas já deram bons resultados.
O bicho que surgiu há 60 milhões de anos pode dar um novo rumo à
indústria de medicamentos no Brasil.
Os pesquisadores estão otimistas porque testes de laboratório em células
humanas com tumores de mama, pele e pâncreas já deram bons resultados.
“Seria a primeira vez que o Brasil passaria a
desenvolver uma molécula desde a sua descoberta até a produção industrial.
Então acho que para o Brasil é um marco, muda de patamar”, ressalta Chudzinski.
Se alguem ser portador de algum tipo de câncer que conste nesta matéria, tiver parente ou amigo, e quiser se unir a minha luta solitária pela minha vida, favor entrar em contato comigo.
Celular: 65 - 8124-7840 e-mail: carloscampelo55@gmail.com
Nesta semana especial, onde dediquemos o dia 08 de março, como o DIA INTERNACIONAL DA MULHER, o blog DICAS PARA A CURA, vem felicitar a cada uma, por este dia e pelos os outros 364 dias do ano que vocês não deixam de ser mulher. Parabéns, minhas queridas irmãs em Cristo. Que Deus lhes abençoe a cada segundo de sua vida.
Atenciosamente
Carlos Alberto Ayc Campelo
Título
QUAIS SÃO OS EXAMES DE CHECK UP QUE TODA MULHER DEVE FAZER?
Assuntos Relacionados
SEMANA DA MULHER.
Especialidade
GINECOLOGISTA, CLÍNICO GERAL.
Conteúdo
Pessoal, vamos começar a Semana da Saúde da Mulher com duas dúvidas importantes:
1. Quais são os exames de check up que toda mulher deve fazer?
2. Com qual idade começar? Devo repetir estes exames todo ano?
O check up feminino é muito importante, pois várias doenças que ainda não se manifestaram clinicamente podem ser precocemente detectadas. Resultado: a chance de tratamento e cura é muito maior. Vamos lá:
- Papanicolau. Esse é o primeiro da lista. Este exame é importantíssimo porque detecta o câncer do colo de útero. Além disso, também pode fazer o diagnóstico de infecções pelo HPV (papiloma vírus), pelo herpes vírus ou por alguns tipos de fungo.
Com que idade começar? Um ano após o início da atividade sexual ou após os 18 anos.
Com que frequência devo fazer? Pelo menos uma vez por ano.
- Mamografia. Importantíssimo para detectar câncer de mama. Pode ser meio chato e um pouco desconfortável para algumas mulheres, mas é fundamental. Por isto, devemos fazer. Muitos médicos completam este exame com o ultrassom de mamas.
Com que idade começar? Se houver casos na família, a primeira mamografia deve ser feita aos 35 anos, ou antes, se o médico recomendar. Se não houver casos ma família, a primeira deve ser feita aos 40 anos.
Com que frequência devo fazer? Idealmente uma vez ao ano.
- Ultrassom transvaginal. Este exame consiste na colocação do bastão do ultrassom no canal vaginal para que se possa detectar algumas doenças como cistos de ovário, miomas uterinos e alguns tumores.
Com que idade começar? O primeiro pode ser feito a partir dos 30 anos.
Com que frequência devo fazer? Idealmente uma vez por ano.
- Densitometria óssea. Este exame serve para detectar a presença de osteoporose. É muito importante, principalmente após a menopausa.
Com que idade começar? Idealmente após os 40 anos e com certeza após os 50.
Com que frequência devo fazer? Pelo menos uma vez ao ano.
- Exames de sangue. Estes exames são importantes para avaliar como está a função de vários órgãos. Fazem parte do check up feminino: hemograma, colesterol total e suas frações, triglicerídeos, hormônios da tireoide ( T3, T4 e TSH ), glicemia e vitamina D. Seu médico pode pedir vários outros, dependendo de cada pessoa.
Com que idade começar? Estes exames podem ser feitos em qualquer idade, até mesmo em crianças, dependendo da avaliação e orientação médica.
Com que frequência devo fazer? Neste caso é o médico quem vai determinar, dependendo dos resultados.
- Avaliação cardiovascular. Isso é muito importante. Hoje, assim como os homens, as mulheres têm apresentado muitas doenças cardiovasculares como infartos e acidentes vasculares cerebrais. Por isso devemos medir a pressão arterial com frequência e conversar com o médico a respeito da necessidade de um eletrocardiograma, ecocardiograma ou um teste ergométrico.
Estes são os principais exames do check up feminino. Há muitos outros e só o seu médico é que pode orientar e pedir quando julgar necessário.
Cuide-se! A prevenção é sem a menor dúvida o melhor que podemos fazer.
Saúde!
PARABÉNS PELO SEU DIA
08 DE MARÇO
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
AS DORES E ALEGRIAS DA MULHER MODERNA
Nos filmes e novelas, a mocinha geralmente é bem-sucedida profissionalmente, mãe presente na vida dos filhos, consegue sair para jantar com marido e, acima de tudo, está sempre vestida com modelitos incríveis usando um manequim 36. Como alguém consegue ser tudo isso sem descer do salto? A resposta é simples: é tudo de mentirinha.
Na vida real, a mulher corre contra o tempo e luta diariamente para agradar o chefe, o marido, os filhos e, acima de tudo, o espelho. Trabalhar e manter a rotina de uma casa, de fato, é uma tarefa árdua e incessante. A parte boa é que o sexo feminino não tem nada de frágil. Por isso, o Terra conversou com diversos especialistas para levantar os principais problemas da mulher moderna e direcionar as melhores maneiras de solucioná-los.
As ginecologistas Lucila Pires Evangelista, do Hospital Albert Einsten, e Daniela Schmitz, do Hospital e Maternidade São Camilo, falam sobre o complexo corpo feminino; Leonardo Tucci, especialista em endocrinologia e metabologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), fala sobre os riscos da má alimentação; Samara Queiroz, diretora técnica da academia Runner, de São Paulo, dá dicas de boa forma; Magda Expósito, especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, responde sobre questões da pele e dos cabelos e, finalmente, Angela Costa, psicóloga e neuropsicóloga clínica, é quem fala sobre as pressões que a mulher tem de enfrentar nos dias atuais.
01.Vida profissional x maternidade
Um dos grandes dilemas da mulher moderna é saber conciliar a educação dos filhos e a vida profissional. De acordo com a psicóloga Ângela Costa, a dúvida entre investir esforços em uma carreira profissional ou dedicar-se à construção de uma família angustia muitas mulheres.
Ela explica também que, em alguns casos, a vontade natural de ter filhos pode se tornar um problema. "Para algumas mulheres, a carreira é o seu sustento. Mas vemos que a preferência pela carreira, a longo prazo, não satisfaz tanto a mulher quanto a família", observa.
Para as que pretendem investir nas duas coisas simultaneamente, ela recomenda o meio termo: "sugerimos que ela escolha algo que permita controlar seu tempo, pois certas carreiras dão a flexibilidade de horário. Preferencialmente, procure empresas que tenham programas de jornada reduzida e garantia de retorno após licença maternidade. Essas questões podem ajudar a minimizar a angústia da mulher com relação a sua profissão e sua independência pessoal", indica.
02.
O tal do relógio biológico
Ao mencionar o tema "gravidez tardia", a ginecologista Lucila Evangelista recorda que, nos livros antigos de medicina, as recomendações gerais eram que a mulher tivesse o primeiro filho até os 25 anos.
Ela provoca suas pacientes com uma sentença preocupante para quem pretende se lançar na maternidade tardiamente. "Tudo o que você economizou trabalhando e se especializando vai acabar gastando na clínica de reprodução humana. Algumas mulheres optam por engravidar em idade próxima dos 40 anos, mas não se dão conta de que, nessa idade, já estão perto da menopausa."
Embora concorde que o cenário tenha mudado e hoje a maternidade exige um pouco mais de planejamento, a profissional defende que este assunto seja resolvido mais cedo. "Ter filho depois dos 30 é mais complicado porque a taxa de infertilidade aumenta, além da maior incidência da endometriose e o aparecimento de miomas. Além disso, o óvulo envelhece, perde a qualidade. Não é como o homem que a cada 60 dias renova o seu estoque de espermatozoides", enfatiza.
Por outro lado, a ginecologista e obstetra Daniela vê alguns pontos positivos na decisão pela gravidez tardia. "O fato de ela estar mais madura faz com que a experiência como mãe seja melhor. As mulheres mais velhas também tendem a levar mais a sério o pré-natal, se preocupam mais com a alimentação e em manter o peso". Entretanto, a doutora lembra que o fato aumenta a chance de problemas genéticos do bebê.
03.
Jornada tripla
Administrar a casa, educar os filhos, brigar por seu espaço no mercado e ainda ser uma boa companhia para o marido ou namorado. Na verdade, isso é uma jornada quádrupla, que a psicóloga Angela Costa enxerga como uma situação geradora de estresse, desgaste físico e emocional. Ela indica mais atitude dentro do ambiente familiar para garantir o respeito e o sucesso dos relacionamentos. "É necessário o apoio de todos os envolvidos. Com o processo de mudança da sociedade, a mulher passar a ser responsável por reformular seu contexto familiar e inserir novas posturas dentro de casa, fazendo com que todos se sintam responsáveis pelas atividades domésticas. O homem exercerá outros papéis e os filhos passarão a compartilhar com a mulher a rotina doméstica. Psicologicamente, a mulher aliviará a culpa e a frustração de não conseguir atingir a perfeição que busca diante da exigência da sociedade", conclui.
04.
Dormir pouco
Os profissionais são unânimes em enfatizar a importância do sono – é preciso reorganizar a agenda para que o descanso seja garantindo, nem que para isso seja preciso abrir mão de alguma atividade.
O endocrinologista Leonardo Tucci lembra que uma noite mal dormida é sinônimo de queda no rendimento e mostra que o problema pode se tornar ainda maior. "Já foi demonstrado que indivíduos que dormem pouco ou mal têm mais facilidade para ganhar peso, com maior propensão a certas patologias como hipertensão, dor de cabeça e dores musculares."
A ginecologista Lucila Evangelista também dá um alerta importante para as mulheres que acabam culpando os hormônios por qualquer mudança de humor. "Dormir pouco é péssimo para a saúde, pode trazer cansaço, irritabilidade e alterações na menstruação. As mulheres atribuem muitas coisas que elas passam à TPM (tensão pré-menstrual), sendo que muitas vezes a falta de sono é a culpada por tudo isso, mas ela não se dá conta", avisa.
05.
Alimentação inadequada
Para o endocrinologista Leonardo Tucci, os maiores problemas estão relacionados à qualidade da alimentação: muito fast food e poucos legumes, verduras e frutas na dieta. Além disso, a falta de tempo para comer com calma é outro problema.
De acordo com o especialista, o fato de não mastigar bem os alimentos, por conta da pressa, dificulta a digestão. "O ideal seria que elas dedicassem mais tempo para as refeições. Na impossibilidade disso, deveriam preparar previamente os alimentos para suas refeições, dando destaque aos mais saudáveis e evitando os industrializados. Outra opção são os restaurantes Self-service, que dão a possibilidade de uma refeição mais saudável com mesa de salada", ele indica.
A ginecologista Lucila Evangelista lembra também que a alimentação inadequada, pouco nutritiva, contribui para o aumento do nível glicêmico da mulher, para a obesidade e o colesterol alto.
06.
Pular refeições ou trocar o almoço por um "docinho"
Sabe aquela falsa ideia de que, se você não almoçar, pode comer o dobro no jantar? Ou então aquele dia que, sem tempo para uma refeição completa, a trufa de chocolate dentro da bolsa acaba sendo a solução?
Os especialistas avisam: isso não é nada bom. "Quando ficamos muito tempo sem comer, liberamos hormônios e neurotransmissores que geram mais fome, portanto, ao comer, vamos ingerir maior quantidade de comida. Nessa situação também vamos optar por alimentos já prontos e normalmente mais calóricos. Não teremos paciência para preparar uma salada, por exemplo", explica o endocrinologista Leonardo Tucci.
Para reverter este quadro, ele indica que a mulher leve na bolsa sempre algo saudável para comer entre as refeições, como frutas ou barras de cereais.
07.
Dietas malucas
Que atire a primeira pedra a mulher que nunca fez uma dieta maluca. A primeira impressão é ótima: murchar em poucos dias e entrar naquele tão desejado vestidinho.
Mas o endocrinologista Leonardo Tucci lembra que as dietas da moda, especialmente as muito restritivas, têm prazo de validade. "Frequentemente, após o termino dessas dietas, as mulheres voltam à sua dieta habitual e desregrada e recuperam o peso perdido, levando ao famoso 'efeito sanfona'", ressalta.
Ele alerta também para o fato de que muitas dietas são pobres em certos nutrientes importantes para o corpo, como vitaminas e sais minerais. "Por esses motivos, nós não recomendamos esse tipo de dieta e sim, a reeducação alimentar, no qual a pessoa adquire hábitos alimentares saudáveis e duradouros através de uma alimentação balanceada composta por todos os macro e micronutrientes que uma pessoa necessita".
08.
Sedentarismo
"O sedentarismo da mulher moderna está nos mínimos detalhes, não tem a ver só com o fato de ela não ter tempo para fazer exercícios físicos. É ficar na frente da TV com o controle remoto, passar o dia todo sentada na frente do computador, em uma jornada de trabalho que não tem fim, além de chegar em casa e ainda continuar conectada na Internet." Esse é o puxão de orelha que a ginecologista Lucila Evangelista dá em suas pacientes e nas mulheres em geral.
Para Samara Queiroz, a prática da atividade física deve ser incorporada à rotina em pequenas doses. "O ideal é que ela coloque a atividade na sua agenda, seja um dia na academia, um dia na caminhada até a padaria, outro no passeio no parque no final de semana, ou ainda esporte com as amigas. Faça com que a atividade se enquadre dentro do seu dia a dia de maneira que não seja um transtorno."
09.
Compensar um mês de ausência na academia em uma semana
As turistas da academia também precisam colocar um fim na falta de disciplina. Segundo Samara, inicialmente, não há problema em ir poucas vezes à academia, desde que faça alguma coisa. "Não adianta também querer ser radical, acordar um dia e falar: 'de hoje em diante, vou todos os dias para a academia', pois a desistência será muito mais rápida", diz.
Para ela, o maior problema está em querer tirar o mês de atraso nos raros dias em que consegue um tempinho para a prática física. "Querer fazer todas as atividades em um dia em compensação às ausências aumenta o risco de lesões", observa
10.
Em busca do corpo perfeito: o exagero
O sedentarismo não é nem de longe um modelo de vida adequado, mas a Dra. Lucila explica que o extremo oposto também é negativo. "Essas mulheres que não querem comer nada, vivem à base de alface e passam muitas horas na academia, acabam ficando com 0% de gordura, que é o estoque regulador dos hormônios. Isso pode fazer com que ela tenha problemas para engravidar no futuro ou até mesmo pare de menstruar, enfraquecendo os ossos e aumentando os riscos de osteoporose.
A especialista avisa que as mulheres que fazem tratamento para parar de menstruar, por opção, não se encaixam neste cenário e não aumentam as chances de desenvolver osteoporose a partir desta opção, uma vez que o tratamento é administrado com os hormônios necessários para manter a saúde da mulher em dia.
Dicas para
refluxo
Algumas dicas e dúvidas relacionadas a doença do
refluxo que iremos repassar agora.
1. Alimentos
Os alimentos
relacionados a seguir podem aumentar a produção do ácido no estômago ou relaxar
a cárdia, permitindo assim que ocorra refluxo de ácido ou alimentos do estômago
para o esôfago.
·
café, chá, refrigerantes.
·
comidas gordurosas, frituras.
·
comidas condimentadas.
·
frutas cítricas.
·
chocolate.
2. Evite bebidas alcoólicas e o fumo
3. Eleve a cabeça
O refluxo
ocorre com mais facilidade ao deitar, porque nesta posição o corpo fica na
horizontal, permitindo que o ácido reflua (volte) mais facilmente do estômago
para o esôfago. Ao elevar-se a cabeceira da cama de 10 a 15 cm, o refluxo
diminui consideravelmente.
4. Evite deitar-se após as refeições
Espere pelo
menos 2 horas para deitar. Assim, o estômago ficará vazio e a possibilidade de
refluxo será menor.
5. Evite ingestão de grande quantidade de alimentos
de uma única vez
Prefira várias
refeições pequenas por dia.
6. reduz o peso.
Caso você
esteja acima do peso normal, emagreça.
A Doença do refluxo melhora ou piora com o passar
do tempo?
A
evolução da doença depende de vários fatores, de modo geral, a doença do
refluxo tende a piorar com o tempo, principalmente se o paciente ganhar peso e
não seguir as orientações do tratamento fornecidas pelo médico. Por tempo
prolongado se seguirem o tratamento adequadamente poderão se tornar assintomáticos, já os pacientes que não tratam a doença poderão apresentar
complicações como, úlcera, sangramentos e estenose (estreitamento do esôfago).
Remédios naturais
para refluxo ácido
- Evite comer momentos antes de dormir
- Manter a posição vertical
após as refeições
- refeições menores ajudam a fazer
digestão mais fácil, comer pelo menos 3 horas antes de dormir é
aconselhável
- Deixar o tabaco e o fumo
- A redução de peso pode ajudar a liberar
a pressão no estômago que faz com que o líquido ácido reflui no esôfago
- Usar roupa apropriada, evite as faixas
de cintura que exerce força sobre o abdômen provocando o refluxo ácido
- O sono adequado é necessário para uma
boa digestão e relaxamento
- Deitar na posição inclinado, onde a
metade superior do corpo é elevada reduz o risco de refluxo. Deitada sobre
o lado esquerdo ajuda a digestão
- Stress afeta a digestão de alimentos que
provoca refluxo ácido. Fazer yoga, meditação e exercício físico
ajuda a ser livre de estresse
- Medicamentos poderia ser uma possível
causa da azia
Refluxo Ácido –
Alimentos a evitar
Café, álcool, comida picante, chocolate, menta e
alimentos gordurosos tendem a agravar os sintomas. Refrigerantes, molho de
tomate e fritos aumentam a secreção de ácido. As frutas cítricas como limão,
laranja e abacaxi deve ser evitado. Evite alimentos processados. Além dos
alimentos acima, existem substâncias específicas que
causam queimação apenas em um indivíduo em particular. Um diário de
alimentos ajudaria a descobrir tais alimentos.
Dicas de Dieta
DRGE
- A água ajuda a diluir o ácido, quando o
refluxo é leve
- Água de coco é conhecido também para
reduzir a acidez
- Aumentar a ingestão de fibras com lotes
dos vegetais, como legumes, cabaço amargo, pepino e abóbora
- Frutas como banana, melancia e mamão
ajudam a reduzir a acidez
- Aumentar grãos e proteína em sua dieta
Remédios
alternativos para o refluxo ácido
- Gengibre e alho são conhecidos para
ajudar no processo de digestão
- Sementes de erva doce tem benefícios na
digestão e atua como um poderoso alívio da queimação. É consumido com água
morna ou chá
- Chá de ervas e o chá verde é conhecido
por ser eficaz
- O vinagre de maçã consumido durante as
refeições também ajuda
- Licorice e aloe vera são boas para
doenças do estômago e acidez
- Cardamomo, sândalo e camomila são
algumas ervas usadas para os seus efeitos calmante sobre o estômago
Cuidando do diagnóstico e prevenção de fatores
causais seria o primeiro passo para a cura de refluxo ácido naturalmente.
DOENÇA DO REFLUXO
O refluxo gastroesofágico ou doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) consiste no refluxo de conteúdo alimentar presente no estômago para o esôfago, normalmente com pH ácido, embora possa ser também de conteúdo biliar, neste caso chamado refluxo alcalino.
O refluxo, por conter material ácido, atinge a faringe e até a boca, provocando, tal como na pirose, ardor, queimação e mal estar.
A sintomatologia mais comum é a azia (sensação de queimor retroesternal e epigástrica, que pode subir até à garganta) e sensação de regurgitação. Entretanto, a ocorrência eventual de azia não significa caso da doença, embora sua ocorrência em períodos relativamente curtos seja indicativo de seu desenvolvimento.
Pode ocorrer também dor no precórdio, em queimação, simulando uma dor cardíaca, problemas respiratórios (asma, broncopneumonia) ou do orofaringe (tosse, pigarro ou rouquidão). Os sintomas de pirose e dor podem ser aliviados com a ingestão de antiácidos. Os fatores predisponentes mais comuns são a presença de hérnia do hiato esofágico, obesidade e tabagismo, entre outros.
A presença de bile refluída do duodeno parece ter muita importância em um tipo mais grave de DRGE, chamado de Esôfago de Barrett. Este tipo está intimamente ligado ao câncer de esôfago.
Dificuldade para engolir e dor torácica crônica, e ainda pode incluir tosse, rouquidão, alteração na voz, dor crônica no ouvido, dores agudas (pontadas) no tórax, náusea ou sinusite

Nas pessoas normais, o conteúdo do estômago (comida ou ácido clorídrico) não volta ou reflui para o esôfago com frequência. Entretanto, nas pessoas com doença do refluxo, o ácido ou a comida do estômago pode voltar para o esôfago ou mesmo para a garganta e boca. Quando o ácido volta para o esôfago ou garganta ele pode causar vários sintomas ou problemas nestas estruturas, como:
Queimadura no esôfago ou no peito (azia, pirose ou esofagite) e dificuldade para engolir alimentos.
refluxo de ácido ou comida para o peito ou garganta.
Queimadura na garganta; tosse; garganta irritada; coceira na garganta; rouquidão (laringite).
Asma brônquica ou bronquite.
Sangramento e anemia.
O que causa a doença do refluxo
O enfraquecimento da válvula (cárdia) que fica entre o esôfago e o estômago permite que o ácido ou comida do estômago volte para o esôfago. A causa do enfraquecimento desta válvula ainda não foi completamente esclarecida.
Para chegar até o estômago, o esôfago passa através de uma abertura no diafragma (músculo que separa o tórax do abdômen). Quando esta abertura é grande, parte do estômago sobe para dentro do tórax, formando a hérnia de hiato. Esta hérnia enfraquece a válvula e aumenta o refluxo. o fumo, cafeína, álcool e obesidade podem piorar o refluxo.
Tratamento do refluxo
A doença do refluxo gastroesofágico, também conhecida como esofagite de refluxo, é uma condição muito comum. A sua Incidência está aumentando nos últimos anos. Cerca de 50% das pessoas apresentam sintomas diários da doença de refluxo.
A doença aumenta coma idade, mas pode ocorrer em qualquer idade, desde recém-nascidos até idosos.
O diagnóstico da doença é baseada nos sintomas do paciente, mas sempre deve ser confirmado com a realização de exames. os mais importantes é a endoscopia digestiva alta. outros exames como radiografia, pH metria e monometria do esôfago e laringoscopia podem ser importantes em alguns casos.
Os Tratamentos
O tratamento adequado da doença do refluxo é importante para evitar prejuízos a sua saúde. Se você não fizer o tratamento corretamente, além de poder apresentar sintomas desagradáveis que pioram a sua qualidade de vida, você poderá ter complicações graves com o tempo.
Tratamento Clínico
O tratamento clínico consiste do uso de medicamentos e de alterações no hábito alimentar e de outros aspectos do estilo de vida.
Atualmente existem vários medicamentos potentes que reduzem acentuadamente a produção de ácido no estômago e consequentemente diminui o refluxo de ácido para o esôfago. Alguns desses medicamentos são o Omeprazol, Lansoprazol, Pantoprazol, rabeprazol e Esomoprazol. Geralmente os medicamentos não curam a doença mas aliviam seus sintomas durante o período em que há o tratamento, más ao suspender o tratamento os sintomas retornam.
Tratamento Cirúrgico
A operação é realizada com anestesia geral e consiste na correção de hérnia de hiato (fechamento da abertura exagerada no diafragma com alguns pontos) e confecção de uma válvula para eliminar o refluxo. A válvula é feita com tecidos próprios do organismo, não é colocado nenhum material estranho.Esta operação pode ser facilmente realizada por laparoscópia na maioria dos pacientes (operação dos furinhos).
As vantagens da operação:
- Recuperação rápida do paciente - cerca de 2 semanas o paciente pode retornar suas atividades normais inclusive esportivas.
- Resolução completa e definitiva da doença.
- Pouca dor pós-operatória.
- Cicatriz cirúrgica mínima.
- Risco de infecção pequeno.